A Estratégia de Multivacinação 2026 tem início nesta segunda-feira (3) no Distrito Federal e seguirá até o dia 1º de setembro, com a missão de ampliar a cobertura vacinal e atualizar a caderneta de imunização da população. A campanha terá como público prioritário crianças e adolescentes menores de 15 anos, mas também contemplará outros grupos elegíveis conforme as recomendações do Calendário Nacional de Vacinação.
A mobilização busca reforçar a proteção contra doenças imunopreveníveis e reduzir o risco de reintrodução de enfermidades já controladas no país, como sarampo e poliomielite. Para isso, as equipes das unidades básicas de saúde farão a conferência individual da situação vacinal de cada paciente, aplicando apenas as doses necessárias para completar os esquemas de imunização.
Ao longo da campanha, estarão disponíveis todas as vacinas previstas no Calendário Nacional para crianças e adolescentes, incluindo imunizantes contra sarampo, poliomielite, febre amarela, meningite, pneumonia, varicela e outras doenças. Também serão oferecidas vacinas contra a influenza para os grupos prioritários, além da vacina contra o HPV destinada aos jovens de 15 a 19 anos e doses contra o sarampo para pessoas que ainda precisam completar a proteção.
O Dia D de Mobilização está marcado para 22 de agosto, quando as ações de vacinação serão intensificadas nas unidades básicas de saúde e em pontos comunitários distribuídos por todas as regiões administrativas do Distrito Federal. Apesar da data especial, a Secretaria de Saúde orienta que a população não espere pelo mutirão e procure uma unidade ao longo de todo o período da campanha.
Pais e responsáveis são incentivados a aproveitar a oportunidade para verificar não apenas a situação vacinal das crianças, mas também a dos demais integrantes da família. A atualização da caderneta ajuda a manter a proteção coletiva e reduz o risco de circulação de doenças que podem ser prevenidas por meio da vacinação.
Para receber as doses, basta comparecer à unidade básica de saúde mais próxima levando um documento de identificação e, se possível, a caderneta de vacinação. Caso o documento tenha sido perdido, o histórico vacinal poderá ser consultado pelos profissionais de saúde nos sistemas digitais, permitindo a continuidade do esquema sem a necessidade de reiniciar as aplicações.
A orientação também esclarece que pessoas com vacinas em atraso há muitos anos não precisarão começar o calendário novamente. Os profissionais avaliarão cada caso e darão continuidade ao esquema vacinal a partir da última dose registrada, seguindo as recomendações técnicas do Programa Nacional de Imunizações.
Com a campanha, o Distrito Federal reforça a importância da vacinação como uma das principais ferramentas de prevenção em saúde pública, contribuindo para proteger crianças, adolescentes e toda a população contra doenças que podem causar complicações graves e surtos evitáveis.
