O metrô de Brasília: a usurpação descabida do legado de Roriz

Joaquim Roriz, o maior visionário da história do DF, deve estar se revirando no túmulo vendo seu ex-secretário José Roberto Arruda, inelegível e marcado por escândalos, ousar reivindicar a paternidade do metrô de Brasília.

Joaquim Roriz(MDB) deve estar se revirando no túmulo ao ver seu ex-secretário José Roberto Arruda, inelegível e marcado por escândalos, ousar usurpar a paternidade do metrô de Brasília.

A mentira repetida é uma afronta à história e à memória dos brasilienses. Arruda, tenta reescrever os fatos para se viabilizar politicamente. Mas como ousar atribuir a si próprio a maior obra do DF desde a fundação da capital federal?

Arruda, secretário de Obras de Roriz à época, repete o falso discurso de que foi ele quem construiu o metrô de Brasília. Como assim? Questionaria Roriz, se vivo estivesse.

Ainda que o deputado distrital Joaquim Roriz Neto (PL) não venha a público para defender o legado do avô, a história registrada surge para refrescar a memória daqueles que acreditam em discursos falaciosos.

Em 1º de janeiro de 1991, Roriz tornou-se o primeiro governador eleito do Distrito Federal. Logo em seguida, lançou a concorrência e assinou o contrato decisivo para o metrô em 1992, declarando-o o sonho de um transporte moderno e não poluente.

Com visão pioneira, Roriz superou obstáculos financeiros e políticos. As obras começaram em Samambaia em 1992, apesar de interrupções no governo petista de Cristovam Buarque e Arlete Sampaio, que paralisou o projeto por anos.

Indomável, Roriz retomou o comando em 1999 e, ao lado de Tadeu Filippelli (MDB), intensificou as obras com turnos ininterruptos.

Em dezembro de 2000, concluiu o trecho vital de 32 km ligando Samambaia, Taguatinga e a Rodoviária.

Roriz fez a primeira viagem oficial de Samambaia ao Plano Piloto. Essa conquista revolucionou a mobilidade, aliviando o sofrimento diário de milhares e moldando a Brasília moderna, eficiente e inclusiva.

O metrô não foi obra de um secretário executor, mas da determinação visionária de Roriz. Tadeu Filippelli, testemunha ocular, sabe a verdade. Sete anos após a morte de Roriz, é inaceitável que um político profane seu legado.

Eis um vídeo que José Roberto Arruda não gostaria de assistir. As imagens desmontam tudo. Vale a pena ver de novo!

 

Por:Toni Duarte é jornalista e editor/chefe o Radar-DF
Fonte: 
radardf.com.br

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