A assistência aos pacientes renais da rede pública do Distrito Federal alcançou um marco histórico após a reestruturação dos serviços de nefrologia do Hospital Regional de Taguatinga (HRT) e do Hospital Regional do Gama (HRG). Com investimentos de R$ 4,7 milhões realizados pelo Governo do Distrito Federal, a capacidade conjunta de atendimento hospitalar em hemodiálise saltou de 70 para 180 vagas, um crescimento de 157% na oferta do tratamento.
Considerado o maior centro de nefrologia do Centro-Oeste e principal serviço de hemodiálise da rede pública local, o HRT passou por uma reforma completa que incluiu modernização estrutural, renovação do parque tecnológico, substituição das máquinas de hemodiálise e implantação de um sistema de osmose reversa de duplo passo, tecnologia inédita na rede da Secretaria de Saúde do Distrito Federal. Com as melhorias, a capacidade da unidade passou de 50 para 140 vagas, praticamente triplicando a oferta de atendimento.
O investimento também garantiu a aquisição de 75 novas máquinas de hemodiálise para a rede pública, sendo 29 destinadas ao HRT. A modernização permitiu ampliar a segurança e a qualidade do tratamento, já que o sistema de osmose — responsável pela purificação da água utilizada nas sessões — é considerado o elemento central do procedimento.
No HRG, o novo setor de nefrologia começou a operar recentemente após uma reestruturação que recebeu cerca de R$ 3 milhões em investimentos. A unidade ganhou 16 novas máquinas de hemodiálise, novos monitores multiparamétricos, poltronas especializadas, rede de gases medicinais e adequações elétricas, hidráulicas e de climatização, além da troca completa do sistema de osmose com tecnologia de duplo passo.
Com as melhorias, a capacidade de atendimento hospitalar no HRG dobrou, passando de 20 para 40 vagas. A unidade também passou a oferecer suporte dialítico para pacientes em emergência e ampliou o atendimento para leitos de UTI com suporte de hemodiálise, o que contribui para reduzir filas, aumentar o giro de leitos e agilizar o atendimento a pacientes críticos.
Além de ampliar o número de vagas, a modernização tecnológica e estrutural das duas unidades traz impacto direto na qualidade de vida dos pacientes que dependem do tratamento contínuo, oferecendo maior segurança clínica, mais conforto durante as sessões e maior previsibilidade no acesso ao atendimento especializado na rede pública de saúde.
Fonte: agenciabrasilia.df.gov.br
