Reconhecida como padrão-ouro, a residência médica do Hran é referência pela qualidade técnica, estrutura assistencial e integração entre ensino, pesquisa e prática clínica. “Somos por natureza um centro formador de especialistas. A residência médica ainda é o padrão-ouro para a formação e o Hran tem essa particularidade de ser pioneiro e exclusivo em diversas áreas”, destaca Adriano Guimarães, supervisor do programa de residência em cirurgia do aparelho digestivo.
No Distrito Federal, o Hran possui um papel estratégico e exclusivo na formação de especialistas. É o único hospital público que forma cirurgiões plásticos para atuação no Sistema Único de Saúde (SUS) e também o único responsável pela formação de especialistas em procedimentos do aparelho digestivo. Em 2026, a unidade ampliou ainda mais seu portfólio acadêmico com a criação da residência em medicina do sono, vinculada à pneumologia, acompanhando as novas demandas da saúde moderna.
A excelência da formação oferecida se reflete nos índices de satisfação. Pesquisa recente realizada no hospital aponta que 90% dos residentes recomendam o programa cursado, um resultado expressivo, especialmente quando comparado à média nacional, marcada pela migração de profissionais para o setor privado. Para Guimarães, esse dado revela o diferencial do Hran. “O profissional, além de sair com formação exemplar e ser disputado pelo mercado, reconhece o serviço do hospital como de excelência e quer retribuir à rede pública”, afirma.
Outro ponto de destaque é o compromisso com o fortalecimento do SUS. Segundo o supervisor, a maioria dos residentes manifesta o desejo de continuar atuando no sistema público após a conclusão da especialização. Além disso, o Hran cumpre papel fundamental no enfrentamento de déficits históricos, como na anestesiologia, ao formar mão de obra qualificada para compor quadros defasados. “A ampliação dessas vagas é uma importante política de Estado para o fortalecimento da saúde pública”, reforça Guimarães.
O incentivo à pesquisa científica completa o tripé de excelência da unidade. Todos os residentes são obrigados a publicar ao menos um trabalho científico ao longo da formação, mas muitos concluem o programa com até cinco publicações, contribuindo para o avanço do conhecimento e para a qualificação contínua da assistência prestada à população. Assim, o Hran reafirma seu papel estratégico não apenas como hospital assistencial, mas como centro de excelência em ensino, pesquisa e formação de profissionais comprometidos com a saúde pública.
Com informações da Secretaria de Saúde.
