Um ataque terrorista atingiu uma celebração de Hanukkah na Bondi Beach, em Sydney, no dia 14 de dezembro de 2025, deixando ao menos 16 pessoas mortas e dezenas de feridos. O episódio já é considerado o pior tiroteio em massa da Austrália nos últimos 29 anos, provocando comoção nacional e repercussão internacional.
A polícia de Nova Gales do Sul (NSW) classificou o ataque como um ato de terrorismo com motivação ideológica, direcionado especificamente contra a comunidade judaica. De acordo com as autoridades, 14 vítimas morreram no local, enquanto outras duas faleceram no hospital durante a madrugada. Ao todo, 40 pessoas ficaram feridas, com idades entre 10 e 87 anos, o que evidencia a dimensão e a brutalidade do atentado.
Segundo a polícia, dois suspeitos participaram do ataque. Um homem de 50 anos foi morto em confronto com agentes no local. O segundo, de 24 anos, ficou gravemente ferido e foi encaminhado ao hospital sob custódia policial. Durante as investigações, as autoridades também localizaram um dispositivo explosivo improvisado em um veículo ligado a um dos suspeitos, o que reforçou a tipificação do caso como terrorismo.
Líderes políticos condenaram duramente o atentado. O primeiro-ministro australiano, Anthony Albanese, classificou o episódio como um “ato maligno de antissemitismo” e um “ato covarde de violência terrível”, destacando que se tratou de um ataque deliberado contra judeus australianos no primeiro dia de Hanukkah. O rei Charles III também se manifestou, afirmando estar “chocado e profundamente triste” com a tragédia.
O ataque reacende o alerta global sobre extremismo, intolerância religiosa e violência ideológica, além de intensificar o debate sobre segurança pública e proteção de comunidades vulneráveis em grandes eventos.
Informações: syft.ai
